Primeiras Impressões – Stealth Symphony

Stealth Symphony

Conheçam um pouco mais sobre a nova aposta em battle shounen da Weekly Jump!

Após a saída de Beelzebub, Koi no Cupid e Hachi, a Jump começou 4 novos mangás. Entre eles, o que mais teve hype e grandes expectativas foi Stealth Symphony, a nova aposta em battle shounens da revista. Esse é um gênero no qual os leitores da antologia semanal costumam ser muito mais criteriosos e exigentes, pelo menos é o que o famoso histórico de novatos cancelados dessa demografia nos diz. Curiosamente, a Jump vive uma excelente fase com praticamente todos os outros tipos de séries que serializa, portanto a grande expectativa mesmo fica para o surgimento de um novo shounen de sucesso. É lógico que a editora está sempre à procura de novos hits como, por exemplo, um Naruto, um Bleach ou um One Piece da vida, mas atualmente a necessidade de achar um substituto só aumenta, conforme os anúncios de que Bleach e Naruto estão próximos do fim já aconteceram. Dentre as tentativas mais recentes, magico foi o único que alcançou um relativo sucesso, porém não o suficiente para lhe salvar do cancelamento. Antes ainda haviam passado sem sucesso Sensei no Bulge e Hungry Joker. As últimas apostas foram World Trigger, que hoje vive bom momento na revista e também nas vendas dos encadernados, e Iron Knight, que parece estar fadado ao cancelamento.

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As expectativas são tão boas que Stealth Symphony já foi adquirido pela VIZ e será publicado semanalmente na versão norte-americana e online da Weekly Shonen Jump ao lado de Naruto, Toriko, Bleach, One Piece, World Trigger, Nisekoi e All You Need Is Kill. Mensalmente são publicados Owari no Seraph e Ao no Exorcist, ambos da Jump SQ.

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Stealth Symphony é um shounen de ação, comédia e fantasia. Ele foi inicialmente publicado através de um one shot em 2013 na Jump VS. A série é de autoria da dupla Amano Youichi (arte) e Narita Ryougo (roteiro). Amano já passou anteriormente pela Shonen Jump com dois mangás que duraram apenas 3 volumes, foram eles Over Time e Akaboshi. Narita, por sua vez, é o famoso escritor de light novels conhecido por escrever Baccano! e Durarara!!.

Vamos então conferir um pouco mais sobre o universo de Stealth Symphony.

A História:

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Logo de cara somos apresentados a um dos personagens principais, Jig. O garoto estava indo para cidade Jinbo-cho na esperança de encontrar um tal exorcista que supostamente seria capaz de tirar a sua maldição. A cidade no qual ele estava indo era muito famosa em seu mundo devido, até então, a contos e lendas sobre um tal herói que afastou dragões tiranos daquele lugar. E por conta disso Jinbo-cho era um local visitado por seres de todos os tipos de raças, pelo menos era as informações que o Jig tinha. O pobre garoto recém havia chegado na cidade e já sofreu uma tentativa de assassinato, o que o levou a uma agência de seguranças. A empresa cuidava até mesmo de pessoas em áreas que ficavam fora da jurisdição policial devido ao grande perigo.

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Antes de chegar na empresa, ficamos sabendo do passado de Jig e sua tal maldição. Parece que para salvar sua vida de uma doença o doutor da sua cidade teve que implantar partes robóticas de segunda mão em seu corpo para que ele conseguisse continuar a viver. O problema é que essa tal parte implantada, que era chamada de Sistema de Suporte de Vida, tinha sido criada por um feiticeiro para si próprio e havia uma maldição terrível nela. Uma maldição que protegia Jig de qualquer ataque e que ainda o mandava de volta duas vezes mais forte. Por causa disso, Jig sofria bastante discriminação na sua escola e na sua cidade, ele não podia nem mesmo ter contato com a sua família pessoalmente, apenas por cartas. O único que convivia com ele e que lhe tratava como filho era o diretor do seu orfanato, que também era o doutor que implantou o Sistema de Suporte de Vida nele. Jig só foi viajar para Jimbo-cho e ter esperanças de que um exorcista podia salvá-lo porque foi o próprio diretor do orfanato que lhe contou sobre isso e que mandou ele para lá. Ele ainda deu um amuleto da sorte para Jig.

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Ao chegar na agência de seguranças, Jig contou sua história para Alice – a pessoa que lhe atendeu – e pediu por algum segurança. Ele também foi bem claro ao dizer que gostaria de alguém para proteger as pessoas dele e não ele próprio. Lá ele conheceu Troma, uma máscara flutuante que na verdade era um homem invisível. Após saírem da empresa e seguirem para o prédio no qual o tal exorcista estaria, Jig novamente volta a sofrer uma tentativa de assassinato. As coisa se intensificam mesmo quando ambos já estão no prédio e se encaminhando para o andar em que o exorcista ficava. No caminho até lá, Troma conta a verdadeira história sobre Jinbo-cho. Ele disse que a cidade havia sido construído acima das ruínas onde dragões costumavam viver. Contou também que os artefatos que os dragões deixaram para trás atraíram gente de todo o mundo para a cidade e foi assim que ela foi criada. Os tais artefatos foram itens mágicos que os dragões deixaram pra trás, como por exemplo, anéis, braceletes, remédios e diversos outros formatos. Até mesmo humanos normais podem realizar milagres com esses artefatos. Muitos desses itens mágicos ainda estão sendo escavados. Troma comentou também que os dragões possuem a habilidade de se transformarem em forma humana.

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Quando eles chegam até o local que queriam, voltam a ser atacados por um assassino. Nesse momento Jig recebe várias revelações do assassino de aluguel. Ele conta que na verdade foi o próprio diretor do orfanato que encomendou sua morte e que o amuleto da sorte era um rastreador. Disse também que o diretor adoecia pessoas propositalmente para fazê-las de cobaias. Jig fica extremamente chocado e se descontrola, liberando ainda mais o poder do seu Sistema de Suporte de Vida. Nesse momento Troma percebe que aquela parte implatada em Jig era um artefato muito raro e que fora um dos itens mágicos deixado pelos dragões há muito tempo atrás. Em meio ao desespero Jig se atirou do topo do prédio para se matar, no entanto Troma também pula para tentar salvar seu companheiro. Pode parecer algo suicida também, porém Jig é salvo por Troma, que revela ser um dragão. E é assim que termina esse muito bom primeiro capítulo.

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Resumidamente: Jig é um garoto que tem uma maldição infeliz. Ele embarca em uma viagem para a cidade de Jinbo-cho buscando alguém que possa ajudá-lo a remover a maldição. Mal sabe o garoto que ele está começando a aventura de uma vida!

A história mudou em relação ao one shot, que era basicamente sobre uma garota (a Alice que aparece no primeiro cap.) que descobre ser alvo de assassinos, pois eles descobriram que ela é uma vampira, e que por conta disso decide contratar seguranças para si proteger. Esses seguranças vão desde um ninja, um frankstein a até um dragão.

Considerações técnicas e opinião:

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Gostei. Achei bem legal. Foi um bom capítulo de apresentação. Mas ainda não temos nada muito definido na história, como um rumo, objetivos, etc. Pelo que foi visto temos as portas abertas para inúmeras possibilidades no mangá. O Narita-sensei disse na Shonen Jump que o protagonista é, na verdade, o Troma. Lógico que o Jig também será um dos principais, porém o foco mesmo será no Troma. Tenho minhas dúvidas se o Jig vai querer tirar o artefato de suas costas agora que sabe que é um item mágico deixado por dragões, sem falar que o mundo todo virou seu inimigo. A princípio eu achei o Jig meio sem sal, se é que me entendem, em contrapartida adorei o Troma! Achei ele muito interessante e muito carismático. Óbvio que é muito difícil afirmar ou dizer qualquer coisa com base em 1 capítulo só, né. Nada impede que, por exemplo, eu passe a adorar o Jig, odiar o Troma, etc.

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Falando em carisma, acho que esse pode ser um ponto forte da obra. Com certeza ainda aparecerão vários personagens e várias raças, o que resulta em diversas personalidades diferentes e isso, sem dúvidas, será um ponto forte tanto no quesito carisma quanto no desenvolvimento da história. Não vamos nos esquecer que estamos falando do Narita-sensei, autor de Baccano e Durarara, obras com personagens marcantes e de muito fácil afeição. Espero que ele explore bem, na medida do possível, todos os personagens que aparecerem e não apenas os atire na história ou desenvolva apenas de maneira rasa e genérica, sem o passado de cada um ou sem a construção e crescimento das suas habilidades e personalidades.

Estou esperançoso e torcendo para que o Narita explorem bem a cidade Jinbo-cho, assim como fez em Durarara, no qual o famoso bairro do anime tinha praticamente vida própria, tudo acontecia nele. É um grande trufo e diferencial na sua light novel. E como já deu para perceber, Jinbo-cho também tem um grande potencial para ser um ótimo cenário. Entretanto, gostaria que explorassem o mundo a fora também.

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Mas voltando a falar sobre o Jig… acho que o mais instigante e interessante nele são os mistérios que o cercam e não ele próprio. Como por exemplo o seu passado, que acaba envolvendo consequentemente o diretor do orfanato. Até então ele parece ser um filha da puta que usa as pessoas como cobaias para fazer seus testes, mas não duvido que ele possa ser um cara do bem. Aquela frase dele ”eu assumirei toda a responsabilidade…” é muito suspeita. Ela deixa tudo muito ambíguo. Ele pode ter feito aquilo para o bem do garoto ou algo do tipo. Não temos como saber como ele escolheu justamente o Jig e também como conseguiu aquele item mágico. Vendo pelo outro lado o que realmente pesa é aquele assassinato encomendado e o rastreador, mas ainda acho que esse ”eu assumirei toda a responsabilidade…” deixa tudo em duvida.

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Outro fator que pode atrair bastante os leitores é por simplesmente Symphony possuir um incrível cenário e mundo criado. Existem vários tipo de monstros e raças e uma história que parece muito bacana. Shounens de fantasia andam em alta e geralmente fazem sucesso quando bem explorados e acredito que isso tenha grandes chances de acontecer, levando em conta que estamos falando de um muito bem sucedido autor de light novels. O cara tem talento para fazer ótimos personagens, uma boa ambientação, uma ótima narrativa e principalmente uma excelente condução da história, algo que é crucial para séries novatas em seus primeiros capítulos na Jump. Ele é inteligente e competente e ainda tem ao seu lado o ótimo desenhista e muito criativo, Amano-sensei. Com certeza ele pode ajudar dando várias ideias. Essa dupla tem tudo pra dar certo.

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O futuro da história pode rumar pra várias coisas, as possibilidades são quase infinitas. E uma das minhas maiores curiosidades neste momento é com o surgimento do primeiro vilão/antagonista, que é algo de suma importância em shounens desse tipo. Os antagonistas costumam ser adorados pelos fãs devido ao grande carisma que, em geral, possuem. É uma peça muito importante pra qualquer shounen e opções num mundo como o de Symphony é o que não falta!

Não da pra deixar de comentar também sobre os traços. O Amano-sensei fez um ótimo trabalho em Symphony. Tá tudo muito bonito e bem desenhado. O cara é mesmo muito criativo. Até agora só não gostei muito do character design do Jig. Achei muito genérico e sem graça. Mas de resto, gostei de tudo.

O nome do mangá ainda é de difícil associação com história. O título no japonês original é:ステルス 交境 曲. A primeira parte “ステルス” é a prestação fonética katakana para “discrição”. A segunda parte, o kanji para “sinfonia” é normalmente escrito como 交响曲 (som, música) e geralmente é pronunciado ko-kyo-kyoku. Mas os criadores da série especificamente escolheram para substituir o kyo, 响 (som, reverberar), o Sakai, 境, que é o caractere de “fronteira”. Isso provavelmente foi feito para representar a fronteira entre dois diferentes mundos se unindo, mas nós vamos ter que ler mais da série para ter uma visão sobre o seu significado.

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Enfim, acredito que podemos esperar de Stealth Symphony muita coisa boa. O mangá tem potencial de sobra e o autor conhece bem a fórmula de uma boa história. Acho que teremos personagens sólidos e divertidos, muitos mistérios, bastante ação e um enredo muito bem desenvolvido. Caso a série vingue, não a vejo tendo uma popularidade ou sucesso como um Naruto ou um One Piece, mas pode tranquilamente almejar isso tudo poque a equipe envolvida e o mundo criado permitem isso. Mas vale lembrar e ressaltar que tudo mesmo vai depender – além da habilidade e talento dos autores e da divulgação da Jump – dos leitores. Infelizmente ou felizmente está nas mãos dos japas o futuro do mangá. E todos sabemos que os leitores da Weekly Jump são muito imprevisíveis. Um ponto positivo é que os fãs do trabalho do Narita-sensei, que por sinal são muitos, com certeza vão dar ou já deram uma conferida no seu novo trabalho e talvez isso venha a ajudar. E vamos combinar, né, Symphony parece ser muito melhor ou mais legal que, por exemplo, Iron Knight, Soul Catcher(S), iShoujo, Illegal Rare, Tokyo Wonder Boys e quem mais você achar/quiser. Então acredito mesmo que as chances de sobrevivência do mangá são muito boas!

Vocês podem acompanhar o Stealth Symphony na Kyodai Scans, nossa parceira. Eles estão fazendo um excelente trabalho com o mangá, então vale mesmo a pena acompanharem por eles.

Mensagem dos autores:

Estou tão honrado que esta série está sendo lida no exterior. O personagem principal pode ser difícil de ver figurativa e literalmente, mas seria ótimo se você gostou!

– Narita Ryougo

Muito prazer, eu sou Amano Youichi. Eu adoraria se você pudesse se juntar a nós para este familiar mundo de fantasia ainda nunca antes visto!

– Amano Youichi

Estas mensagens os autores deram exclusivamente para os assinantes da versão norte-americana da Shonen Jump.

Minha nota para o capítulo inicial é 8/10. E vocês, o que acharam de Stealth Symphony? Pretendem acompanhar?

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Att, Gekkou Hayate

25 comentários em “Primeiras Impressões – Stealth Symphony

  1. Cara, a premissa parece bastante interessante.
    O universo é, aparentemente, bem amplo e explorável, se houver um bom desenvolvimento, pode até chegar no nível do mundo de OP.
    Espero que se mantenha bom, a Jump anda com poucos mangás bons, pra mim, no momento.

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  2. Eu achei legalzinho esse primeiro capitulo.Pra mim, a arte ta muito melhor que a historia em si, mas vamos ver como ela se desenvolve daqui pra frente.
    Outro dos novatos que eu li foi Illegal Rare e achei bem mais legal que Symphony.

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  3. Li Stealth Symphony é gostei bastante.

    Não reinventou a roda nem nada, mas gostei do ritmo do mangá, do traço mais limpo de Amano, da ambientação, do primeiro capítulo já ser dividido em duas partes e não terminar como uma moral da história como é de praxe e de tudo mais.

    Me pareceu bem promissor, tão ou mais que Illegal, apesar de serem estilos diferentes – diferentes tendo certas semelhanças (mercenários atrás de raridades e tal).

    Se Illegal é mais dark, com um pouco de HQ emprestado, Stealth é 100% mangá e acho que tem muito potencial pra agradar os leitores da Jump que são fãs de mangás de aventura/fantasia. Mas vai entender alguns usuários daquele povo.

    Tem vários elementos que agradam: O traço, personagens esquisitões, um mundo bem grande, cheio de opções; e dragões. Dragão sempre agrada e aqui, ao que tudo indica, a mitologia deles vai ser usada bem diferente, não seguindo o modo errado que outros mangás fazem.

    Enfim, se eu tivesse que seguir a leitura de um mangá e anular o outro, seguiria Stealth, apesar de ter gostado dos dois.

    Agora, estou na espera do lançamento de Tokyo Wonder Boys, estou com uma boa expectativa sobre ele além de estar sendo bem apostado pelos Japas e gringos. Está na hora da Jump ter um título de futebol com o selo de qualidade.

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  4. Bom.. depois do que fizeram com Magico e Hungry Joker eu não duvido de mais nada, um mundo que poderia ser muito mais explorado e personagens cativantes e de personalidade foi o que não faltaram em Magico, então.. não dá pra dizer “ah, Simphony foi ótimo, tenho altas expectativas” “Autor de Durarara!!, vai ser o novo One Piece”

    Mas deixando isso de lado, o capítulo foi bom, começou melhor que Kuro Kuroku, Hime-Doll, Iron Knight, entre outros que vi por ai, por seus elogios eu acho que o autor não vai pecar em nada, ele colocou vários elementos muito loucos ai, viajou bastante nisso, mas espero que ele não coloque foco apenas no personagem principal.

    Kuroko > Haikyuu > Tokyo Wonder Boys? ;3

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      • a de boa cara até se vc acha ou não Kuroko melhor q Haikyuu é sua opinião e ninguem tem nada haver eu só quis dar a minha opinião e de ser sucessor tem sentido até

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      • Pois é, Haikyuu está vindo com mais sucesso, então eu creio que o de “sucessor” realmente teria mais sentido.

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  5. Eu achei que o primeiro capítulo cumpriu o seu dever (apresentar aquele mundo e seus personagens) mas para mim ele foi bem mediano, e não achei a arte tão boa assim, embora não seja das piores, também.
    Definitivamente tem um grande potencial: pode seguir o dia-a-dia da agência de seguranças (no mesmo estilo de Naruto e suas missões) ou começar a caçar os artefatos de dragões (parecido com Toriko).
    Vou ler os próximos capítulos para ver como vai ser o desenvolvimento da história.

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  6. Achei SS bem melhor que Illegal. Na verdade, não consegui engolir a história de Illegal: achei tudo clichê demais e muito forçado.

    No mais, espero que SS mantenha a qualidade do primeiro cap.

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  7. O que mais me chamou a atenção nesse capítulo de Symphony foi a maneira como a história foi contada. Nenhum flashback maçante, mistérios vindo passo a passo, e apresentaram o “todo” da cidade em único capítulo, que é o que deve ser em fuckings 50 poucas páginas. Discordo quanto ao design do Jig, pra mim foi o que melhor se encaixou pra personalidade gentil e acolhedora do personagem, e assim os leitores mais novos (que parece que é o que o mangá está voltado para) se identificam com mais facilidade com o personagem. Vide a página going berserk, Ryougo sabe pra quem ele está trabalhando.

    No ponto da arte, considerei genérica. Design genérico, e ambientação genérica. O que faz da cidade ser tão especial? Só se for as várias raças, porque a cidade em si não apresenta nada fantástico.

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  8. Não disse que é a cidade é ”tão especial” =|. Só falei que ela é um lugar interessante e que tem uma história toda por trás, dai relacionei isso com o cenário q ele já usou em Durarara, no qual o bairro da cidade era praticamente vivo. Todo mundo se encontrava lá e tudo acontecia também lá, e concluí que seria bacana ele explorar um lugar como a cidade de Symphony, que é cheia de mistérios por causa dos artefatos dos dragões e também porque o mundo todo vai até lá em busca desses itens mágicos. Just that.

    Bá, eu achei muito podre o design do Jig, hahahah! Dava pra fazer ele mais bonito ou menos sem graça e ainda assim conseguir encaixar muito bem de acordo com a personalidade dele, mas enfim, foi só um coment mesmo pq isso nao me incomoda nem um pouco.

    E é vdd, eles fizeram um primeiro capítulo muito bem contado e sem nada maçante ou exagerado.

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    • Eu sei, eu contraponho o que o mangá disse, não o que você disse. E falo mais no aspecto da arte, a arte da cidade mostra que ela não tem nada de especial, nada diferente que faça jus à descrição que o mangá nos conta.

      No caso de Durarara o autor pegou um local real e deu elementos fictícios pra ele, se bem que na escrita isso fica mais fácil de mostrar do que em desenho.

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  9. Pingback: Primeiras Impressões – Illegal Rare | Gekkou Gear

  10. Stealth Symphony teve um bom primeiro capítulo,nós resta esperar e ver como os autores vão lidar com a série, que parece ter bastante potencial.

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  11. Li os 3 primeiros capítulos e gostei bastante da série. Infelizmente este é o tipo de série que está sujeita a morrer com poucos volumes (menos de 15), o autor comprimiu muito o começo da história, onde ele poderia ter usado mais capítulos para explicar, ou simplesmente ter explicado em outro momento.

    Aparentemente o autor pretende manter a história presa nesta cidade e seus arredores, com um número certo de personagens, o problema disto é que a história irá ficar muito repetitiva, fazendo com que os leitores percam o interesse nela (ex. “Detetive Conan”).

    Estou dizendo isto por ter visto séries como “Tripreace”, “Metallica Metalluca”, “Cerberus”, entre outros. Mas isto só depende da capacidade do autor e artista de trabalharem bem a história e criar um mangá que não se torne muito repetitivo/enjoativo, já que isto irá matar o manga (como aconteceu com Bleach e Naruto).

    Bom, espero muito deste mangá, já que a arte é boa e o autor é o mesmo do “Durarara!!”, vamos ver se ele consegue se tornar um novo “One Piece”

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    • Só porque o autor fez muita exposição no começo não quer dizer que o mangá vai ser cancelado logo, e além do mais, é típico de escritor de LN fazer isso. Ainda por cima, você está superestimando as informações, não sabe nem se há muito mais mistério não revelado por aí pra dar uma animada.

      Você também não sabe se o autor vai focar o enredo só nessa cidade, é só uma suposição da sua parte. E que exemplo horrível você deu. Detetive Conan é popular até hoje no Japão. Eu leio até hoje.

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