Primeiras Impressões – Black Clover

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Conheçam o novo battle shounen da Weekly Jump… E viva a originalidade!

Nossa, que saudades que eu tava de postar algo relacionado a Jump. Digo isso porque adoro todas as colunas de Table of Contents que sempre escrevi aqui no GG. Falando nelas, devem voltar em pouco tempo por aqui. Mas no post de hoje temos uma análise de um dos novos mangás da Weekly Jump, Black Clover. O título marca a volta do novato Tabata Yuuki, do excelente one-shot Hungry Joker e do, posteriormente, fraco Hungry Joker serializado. Eu sempre gostei e torci pelo autor, principalmente porque ele se mostrou ser muito criativo em alguns de seus trabalhos, entretanto acho que, por vezes, ele recorre a situações super genéricas dentro das suas séries. Enfim, o cara é uma joia que a Shueisha lapida com carinho e dessa vez ele nos trouxe Black Clover!

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Diferente do fracasso que Hungry Joker foi, Black Clover já se mostrou bem o oposto. O mangá estreou numa posição intermediária/perigosa, mas logo em seguida teve uma grande melhora nos ranks, ficando duas vezes seguidas entre os 5 mais votados pelos leitores na Shonen Jump. Mas será que o novo trabalho do autor realmente fará sucesso? Vamos tentar entender melhor isso aí.

A História

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Em um mundo em que a magia reina, alguém com um poder tão limitado não é absolutamente nada! Este é Asta, um jovem que sonha em se tornar o “Mago Imperador”, o maior de todos os magos. Com esforço e trabalho duro, será Asta capaz de alcançar seu sonho e corresponder às expectativas de seu amigo de infância, Yuno?

Black Clover se passa em uma realidade diferente. Lá tudo gira em torno da magia e, consequentemente, quanto mais magia você tiver, maior relevância social terá, bem como quanto menos magia tiver, menos importância você vai ter. E isso é escancarado de maneira bem clara e destacada na história desde cedo. Principalmente pelo protagonista e seu melhor amigo virem de uma aldeia/cidadezinha bem do interior. Essa divisão de castas sociais beira a algo semelhante a nossa primeira revolução industrial, onde a diferença se dava por dinheiro e não por magia como em BC. Se você não tiver magia, será um joão-ninguém. Não terá a menor relevância na sociedade. Não passará de lixo para os olhos dos outros. Como já é de praxe, nós, seres humanos, quando temos poderes nos tornamos arrogantes e cheios de ego. É algo da nossa natureza, infelizmente. E no mangá isso é extremamente evidente. Uma das consequências e até causas disso se deve a má educação, tendo em vista que os arrogantes cheios de ego ensinam seus filhos da mesma maneira, tornando o ciclo quase interminável.

Acho interessante quando mangakás fazem esse tipo de coisa, porque a tendência é de que a gente acabe adorando e se apegando bastante aos personagens que fogem dessa linha, que são o contrário em personalidade que os citados no parágrafo acima.

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Naruto e Sasuke, digo, Asta e Yuno, os dois principais do mangá, foram abandonados por suas famílias na porta de uma igreja naquela cidadezinha do interior. Ambos cresceram e foram educados pelo simpático pessoal da vila, assim como pela jovem freira, na qual o Asta é apaixonado. Lá, Asta e Yuno treinaram bastante para um dia poderem fazer parte do exército de magos, que significava uma grande honra, um reconhecimento perante a sociedade e um bom futuro para o restante da vida de quem conseguisse fazer parte dele. Yuno sempre foi um grande gênio desde pequeno, enquanto Asta sempre foi justamente o contrário. Asta simplesmente não tinha absolutamente nada de magia dentro dele. Obviamente o nosso protagonista sofria desde jovem discriminação de tudo e todos, com exceção de alguns simpáticos aldeões da sua cidade. Por conta disso, ele acabou treinando todo dia o seu corpo, já que não tinha poderes mágicos para praticar.

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Sempre que se completa 15 anos, os jovens vão num evento para receber seus grimórios. Os grimórios são sua fonte de magia e poder, além de serem únicos, semelhante as Akuma no Mi em One Piece. Assim como em Harry Potter, não é você que escolhe a sua varinha, mas sim os grimórios que vão até você. O autor também usa outras referências a Harry Potter em outros momentos do mangá, que por sinal ficaram bem bacanas. Nesse evento, Yuno recebe o lendário grimório do trevo de quatro folhas, usado anteriormente pelo lendário Mago Imperador. Asta, por sua vez, não recebe grimório algum! Asta é um otimista por natureza e é uma mistura de Naruto com Natsu. Yuno é mais calmo, sereno e com aparência de badass como o Sasuke. Ambos são melhores amigos e rivais.

No final do capítulo #1, Asta recebe seu grimório. Durante uma luta contra um bandido ao lado da biblioteca do evento que teve a distribuição dos grimórios, Asta tenta salvar Yuno. Quando o garoto quase perde a cabeça por não ter mais onde recorrer, Yuno lhe dá a motivação que ele precisava e um grimório quebra um dos tijolos da casa e vai até o Asta, lhe dando o seu poder. E o poder escolhido, apesar de não ser algo inovador, foi interessante. Ele tem uma espada capaz de anular e refletir qualquer tipo de magia. Tô curioso pra ver como o autor pretende desenvolver isso aí. Outro fator sobre os poderes mágicos que foi explicado é que conforme o mago for amadurecendo, sua magia também evolui, aumentando o seu poder e talvez lhe dando novas habilidades.

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Pouco foi desenvolvido sobre os grimórios, suas origens e mistérios. No entanto parece haver certas lendas e mitos sobre alguns deles. Além do já citado grimório do trevo de quatro folhas do Yuno, o grimório do Asta parece ser cercado de mistérios e fábulas a seu respeito. O seu grimório é o do trevo de cinco folhas. Parece ser algo lendário e que até mesmo o líder do seu vilarejo não sabia nada a respeito. A imagem que vemos quando Asta se encontra com seu grimório também deixa a todos com suspeita, principalmente porque quando isso acontece aparece algo como uma sombra de um demônio atrás dele. É provável que seja um grimório maligno.

Enfim, resumidamente é assim o começo de Black Clover. Nos capítulos seguintes Asta e Yuno conseguem entrar no exército de magos e começam sua grande aventura.

Considerações técnicas e opinião:

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Me pergunto se o Kishimoto deve estar rindo desse mangá agora. Entendedores entenderão.

Li todos os onze capítulos disponíveis do mangá até agora e Naruto, digo, Fairy Tail, digo, Black Clover (!) é clara e descaradamente uma cópia mal feita junção de Naruto com Fairy Tail, apesar de também ter outros elementos parecidos com demais shounens por aí. Black Clover é muito shounen, tem muito cara de mangá da Jump, chega a assustar.

Foi impossível eu ler o mangá e não ficar comparando automaticamente o que vinha acontecendo com o que já tinha lido em Naruto. Começando pelo protagonista, Asta. O cara é completamente baseado no Naruto. Sua personalidade e situação de vida são muito parecidas. Ele é pequeno, chato, escandaloso, não desiste nunca, busca ser Hokage o Mago Imperador e ter o reconhecimento de todos. Quer ajudar todas as pessoas, era um fracassado, excluído e discriminado e se esforçava ao máximo para vencer na vida e alcançar seus objetivos. Tem um Sasuke rival metido a badass que é um gênio e que todas as garotas gostam. O primeiro arco do mangá é muito cópia do arco do Zabuza e Inari. Asta e seus dois companheiros vão até uma vila super pobre, lá encontram pessoas más que estão tentando matar os aldeões e tem até o velhinho e o neto querido dele, hahaha. No fim das contas Naruto, digo, Asta se supera e consegue derrotar o vilão com uma combinação de ataque muito semelhante a um dos usados no Zabuza, que só não o matou porque o Haku lhe salvou. Em vez de ter o Sasuke atirando a shuriken no Zabuza e errando de propósito para então ela se revelar ser o Naruto, desferindo um golpe fatal no antagonista, dessa vez tivemos o Asta, que estava aparentemente morto atrás do vilão, e seu companheiro que atirou algumas magias de fogo para o protagonista refletir com sua espada mágica nas costas do vilão e seus capangas, para então derrotá-los.

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Quanto a semelhança com Fairy Tail, temos a Kuro no Bougyuu, um grupo de magos no qual Asta entra. Antes de mais nada, saibam que em Black Clover existem vários grupos de magos no exército de magos. Cada grupo é como se fosse uma guilda, com um líder e demais membros cumprindo missões ordenadas pelo Mago Imperador. Cada tarefa concluída rende dinheiro e dependendo da relevância do trabalho ou da performance dos envolvidos, pode render uma estrela de mérito ao grupo. Quanto mais estrelas tiver, melhor a reputação do grupo.

Asta acaba sendo escolhido para a Kuro no Bougyuu e ela é praticamente uma Fairy Tail. Acho que o autor tacou um foda-se e fez algo muito igual sem se importar mesmo. Lá, como na Fairy Tail, é tudo uma bagunça, os membros tão sempre destruindo tudo, brigando entre si de brincadeira, possuem uma das piores reputações entre os demais grupos por sempre destruírem tudo por onde passam, e por aí vai. Uma verdadeira zona. Os membros são cheios de personalidades únicas com seus hábitos estranhos, igual em FT. Tem até uma personagem gostosona que ama beber loucamente igual a Kana. Essa foi a mais copiada de todas entre os membros do grupo.

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Pouco foi mostrado dos personagens da Kuro no Bougyuu, mas do pouco que vi realmente não me chamou muita atenção e nem me empolgou tanto assim. Não curti muito os personagens, achei eles meia-bocas até então. Mas como falei, ainda é muito cedo pra ter certeza, já que não mostraram quase nada deles. Bom, e é na Kuro no Bougyuu que o Asta conhece a Sakura, digo, a Noel. Ela é uma personagem bem divertida e uma das poucas que eu gostei até agora. Ela lembra um pouco a Sakura de Naruto. As vezes se sente inútil entre os outros que tanto se esforçam, e também tem aqueles balões de pensamentos mostrando ela falando consigo mesma de uma maneira diferente do que está aparentando no momento, assim como quando a Sakura dava um oi pro Naruto junto do Sasuke e ao mesmo tempo nos seus pensamentos xingava ele porque queria estar a sós com o emo Sasuke.

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A Noel é da família real daquele país. De início ela é cheia de não me toques, mas percebemos que isso na verdade é uma máscara que ela usa. Quando ela se sentiu realmente em casa na Kuro no Bougyuu, podemos ver melhor a sua personalidade. Noel sofreu bastante preconceito pelos seus familiares por ser um fracasso no controle de magias, sendo praticamente abandonada pela sua família. É… Esse é o nível das pessoas que se acham poderosas em Black Clover. Apesar de ser um fracasso no controle de magia, ela ainda assim possui muita em seu corpo, então quando aprender a melhorar o controle, com certeza se tornará uma grande maga.

Ah, e o Yuno acabou entrando para o grupo mais forte e com mais reputação, o Konjiki no Yoake. O líder deles é dito como o próximo a disputar o título de Mago Imperador.

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Aproveitando o gancho dos personagens e seus passados, acredito que podemos esperar por algo bem interessante do passado do Asta e do Yuno. Ambos foram abandonados, como falei anteriormente. Quanto aos demais personagens, até agora nenhum me chamou muito atenção. Achei todos genéricos. Ainda não consegui simpatizar com algum logo de cara. Talvez a Noel com o seu jeito engraçado, mas isso não é muita coisa. O líder da Kuro no Bougyuu é interessante, me deu vontade de conhecer ele melhor. E quanto ao Asta e ao Yuno, acredito que pelo menos o Asta terá um grande desenvolvimento e amadurecimento com o passar do tempo. Vou ficar na torcida por isso.

Uma coisa que me incomodou um pouco foram os nomes dos grupos. Achei a grande maioria deles muito complicados e difíceis de se decorar. Em Fairy Tail, por exemplo, a maioria é fácil e tu grava rapidão eles. Pra escrever esse post eu não consegui lembrar nenhuma vez dos nomes ”Kuro no Bougyuu” e ”Konjiki no Yoake”. Nem citei os demais porque são chatinhos de lembrar.

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Mas qual a origem da magia e dos magos em Black Clover? Não se sabe muito bem até agora, mas já foi fito que a humanidade havia sido praticamente dizimada pelos demônios até que surgiu um único mago que conseguiu aniquilar com todos. Só por isso já podemos esperar por futuros inimigos sobrenaturais e quem sabe até demônios. Até o momento vimos apenas inimigos humanos mesmo. Ao que parece, alguns cavaleiros sagrados de Nanatsu no Taizai estão tentando reviver os antigos demônios, digo, ao que parece alguns magos estão tetando reviver algo ainda não revelado. Acredito fortemente que possa ser um pessoal louco que tem como objetivo trazer de novo a vida, ou liberar novamente, demônios aprisionados e derrotados pelo Mago Imperador. O Zabuza, digo, o vilãozinho lá que o Asta derrotou na sua primeira missão fazia parte desse esquema. Tem algo grande por trás vindo aí.

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E nesse assunto dos demônios podemos fazer uma relação com o grimório do Asta. Na verdade, nem o líder do vilarejo sabia se aquilo era realmente um grimório. De qualquer forma, ficou bem evidente que aquele livro do Asta tem algo sombrio nele. Talvez pertencesse a algum demônio ou talvez tenha até algum aprisionado nele. Vai saber, né. Não duvido que por conta disso o Asta se torne no futuro uma porta para a volta dos demônios ao mundo ou algo parecido. Talvez o próprio livro esteja apenas usando ele. Bom, possibilidades não faltam.

Outro fato que me chamou atenção nesse comecinho do mangá foi sobre o mapa do mundo. Pelo que vimos existem vários países e eles são inimigos uns dos outros. Muito Naruto isso, né? Hahahaha. Mas enfim, espero que explorem mais essa parte, porque dessa forma se abrem inúmeras novas possibilidades para o mundo de Black Clover. Poderíamos ter conflitos políticos, jogos de poder, corrupção, guerra entre nações e várias outras coisas, assim como vimos algumas vezes no próprio Naruto.

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Sendo bem sincero, não gostei muito do capítulo #1 do mangá. E não fui o único, já que os japas também o ranquearam uma posição acima do bottom da Jump, isto é, uma posição acima da zona de perigo com os cinco menos votados pelos leitores. No entanto, a história melhora bastante nos capítulos seguintes e isso também foi percebido pelos japas, não é a toa que os capítulos #2 e #3 ficaram no Top 5 e o mangá logo em seguida ganhou duas páginas coloridas seguidas. Depois do cap. inicial eu quase não continuei lendo porque ele não havia me motivado a fazer isso, mas fui na sorte e por não ter nada melhor pra fazer e até que gostei do resultado.

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Black Clover não é nada inovador. É uma coletânea de elementos de outros shounens de sucesso que formaram um novo mundo cheio de potencial e sem originalidade. Não acho necessariamente que isso seja algo ruim. O autor tem mesmo é que se inspirar nos títulos de sucesso e tentar bolar uma história nova baseada neles. Mas como ficou tudo tão igual a outras coisas, acabou tirando aquele sentimento de que estamos lendo algo novo ou inovador. Parecia que eu estava lendo um mangá que já conhecia há anos, só que com personagens e nomes diferentes.

É bom se dizer, que estamos apenas no capítulo #11 do mangá, muita água ainda vai rolar. Talvez o autor tenha usado mais esse comecinho pra deixar as coisas mais genéricas, mais arroz com feijão, reservando algo diferente pra mais afrente. O novo arco que começou no #11 me deu esperanças disso.

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No mais, achei Black Clover legalzinho. Tem muito potencial e um mundo bastante interessante. A arte Yuuki-sensei é fenomenal, gosto muito dessa qualidade dele. Fico feliz que o mangá tenha estreado tão bem assim e tô curioso pra ver por onde ele vai levar essa história, que é cheia de potencial de crescimento. E apesar das várias semelhanças que podemos notar com elementos de outras obras, o importante é que Black Clover seja algo bom e divertido de se acompanhar. Também vejo nele oportunidade para momentos de drama interessantes, já que no mangá personagens morrem, assim como já podemos presenciar nesses poucos capítulos.

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No papel, Black Clover é ótimo e muito interessante, mas confesso que não gostei muito da execução e nem muito dos personagens. Acredito que o autor tenha pecado um pouco no desenvolvimento das coisas. Ficou tudo muito brusco, muito raso nesse começo. Acho que vale a conferida, mas leiam pelo menos até o capítulo #3 para não ficarem com uma impressão errada do mangá. Resta saber se os japas vão permitir a continuidade da série na Jump. Tudo indica que sim. E vocês, pretendem dar uma conferida? Se já leem, o que estão achando dessa nova promessa da Jump?

Nota: 06/10

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Vocês podem acompanhar o mangá pelos nossos parceiros da Blade Scan. Eles estão fazendo o projeto em parceria com a mangasPROJECT. Vocês podem ler Black Clover online clicando aqui.

É provável que eu faça um primeiras impressões dos outros novatos da Shonen Jump. Se quiserem, também posso fazer de outros da Magazine e da Sunday. Enfim, espero que tenham gostado e até a próxima! o/

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Att, Gekkou Hayate

26 comentários em “Primeiras Impressões – Black Clover

  1. Estou acompanhando esse manga, não tem nada de inovador, mais é uma leitura agradável para quem gosta de um bom shounen tipico.

    Um shounen bem legal que ando lendo é Yuusha ga Shinda, bem legal a história, uma comedia de fantasia bem original, recomendo.

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  2. Já acompanho desde o primeiro episodio, sempre gosto muito dos cliches, mas esse ta se superando (achei q só eu que tava achando quase tudo muito plagio). Ma com certeza vou acompanhar até o final, eu gostei da historia e tem muito potencial! (esse arco de agora me lembra E MUITO as dungeons de Magi haha)
    E volta com as TOCs e checklists Gekkou-saaaaan!!!

    Curtido por 1 pessoa

  3. E mais uma vez, mais do mesmo! Eu já acompanho naruto, digo, black clover, e apesar de ser beeeeeemm clichê, a história é bem legal e divertida, eu também espero um bom desenvolvimento e vejo muito potencial no mangá, desde que seja bem trabalhado e não acabe no marasmo.

    Curtido por 1 pessoa

  4. É o típico mangá que tu lê quando não quer pensar. Tentarei ler Naru– quer dizer Fair– Black Clover com meu cérebro desligado, talvez assim o clichê master não me incomode e eu consiga aproveitar a obra.
    Ótimo post, vlw flw nhaco

    Curtido por 1 pessoa

  5. Gostei bastante do Black Clover, realmente clichê mas não acho que o clichê estraga o mangá, ele é do tipo que tem um chicle bom e o fato de lermos com aquela sensação de ja termos visto, até que é bom pq nos faz se acomodar na leitura, ENTRETANTO, faz com que o mangá não seja espetacular :/ Mas espero bastante dele, pois é um manga MUITO bom xD

    Curtido por 1 pessoa

  6. KKKK quem sabe depois desse review eu não de uma chance. Li o primeiro capítulo e pensei, Naruto automaticamente. Por isso desisti. Minha primeira impressão foi que realmente era uma junção de diversos shounens famosos misturados, exatamente o que em Bakuman eles falam para não fazer por que não dá certo kkkk Mas não podemos negar que o mundo que ele criou abre possibilidades. Se não for cancelado em 25 capítulos lerei, mas acho difícil uma história clichê competir com a gama de mangás da Jump que estão fazendo sucesso tais quais: Boku no Hero Academy, Shokugeki no Souma, Ansatsu, etc
    OBS: ISSO É A MINHA OPINIÃO

    Curtido por 1 pessoa

  7. humm, vamos ver como o mangá vai ficar, espero que aproveite bem o mundo da série para criar novas expectativas e probabilidades, assim fugindo um pouco do clichê e deixando a série como Black Cover mesmo, inda esta no começo então bora ver daqui pra frente

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  8. Eu vou esperar um tempo aí pra ver no que vai dar esse mangá aí, se continuar agradando geral talvez eu dê uma chance.
    E Hayate, por favor, faz primeiras impressões de mangás de outras revistas sim, como da Magazine e da Sunday como tu disse. Mangás da Jump são muito “manjados”, todo mundo conhece e é fácil tu descobrir alguma coisa sobre eles, mas as outras revistas ficam meio “escondidas” nesse meio aí. Olha Nanatsu no Taizai por exemplo, só ficou conhecido por causa do anime, antes não se via ninguém falar sobre ele.

    Curtido por 1 pessoa

    • Hahaha, vou fazer então. E sobre Nanatsu, na verdade ele sempre foi muito conhecido, até mesmo antes do anime. Acontece que depois da animação o público mais genérico também teve acesso a ele, daí o negócio disparou de vez.

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      • Beleza então, vou ficar na espera o/.
        Ahh sim. Não sabia que ele já era conhecido antes, mas eu tava falando mais do “povão” mesmo, não se via as pessoas falarem nele igual falam hoje em dia por exemplo.

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  9. Tem clichês? sim! Cópia de certos animes? com certeza!

    Mas pow, eu gostei kkkk. É um universo que da para o autor desenvolver muita coisa, a parte dos grimórios então, achei interessantíssimo! Vamos ver o que o futuro nos aguarda hehe, por enquanto to achando divertido.

    Curtido por 1 pessoa

  10. “Viva a Originalidade”?

    Isso e uma piada certo?

    Parece até uma cópia de Naruto + outros mangas.

    A única diferença e que trocaram a palavra “ninjas” por “magos”. Por que ate o começo e idêntico.

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  11. Acho que as comparações são muitos desnecessárias entre os animes. Naruto também trouxe coisas de vários outros animes anteriores, então por favor digam não a ignorância e Não comparem animes..
    Agora, achei bem legal o enredo inicial e vou continuar acompanhando. Acredito que o autor venha nos surpreender ainda mais com esta aventura… Esta a nível de dungeon ni

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  12. Eu achei BC ruim, tudo no manga e genérico não tem nem um único elemento realmente original, a historia central chega a ser um plagio de Naruto, e só trocar o universo Ninja genial criado por Masashi Kishimoto pelo mundo genérico de magia medieval de Dragon Quest ou FF, é não para por ai, todos os outros elementos ate agora são de Fairy Tail, que já não e muito bom, tem a Guilda magica mal organizada, personagens temáticos e unidimensionais (a bêbada gostosa, o obcecado com masculinidade, o chefe durão de coração mole, e etc…), poderes temáticos, os antagonistas som podres todos são malucos e sem motivação, o protagonista e terrível parece uma parodia do gênero ele uma Naruto mais histérico e pra tudo ele tem um discurso, e uma lição de moral, fora o protagonismo no melhor estilo de Fairy Tail, porra o moleque vira mago em um dia e no outro já ta derrotando profissionais e ameaçando os melhores magos do mundo, a trama e horrenda toda atropelada e muito forçada sempre com a mesma formula sempre vilão doente mental +protagonismo + discurso e fim. Ate agora BC não tem nem um único elemento próprio, arte não conta, os personagens são Fairy Tail, a historia e Naruto, e o mundo e uma mistura de Naruto com Fairy Tail , tudo e tão genérico, clichê e sem originalidade, que eu não consigo ver nada de Black Clover, nada parece único, tudo que vejo e Naruto e Fairy Tail, essa e uma das obras mas genéricas que eu já vi na vida, devia ser publicado com o titulo de “Manga Shonen Destinado a Demografia Infanto Juvenil de Gênero Masculino”.

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    • Só falta botar poder da amizade, sentimentos dos amigos, que tiram força do cu. Concordo com praticamente tudo do que você disse, menos a parte de “naruto genial”, pq em algumas coisas o Kishimoto também copiou, tipo exame chuunin = exame hunter, e várias outras coisas de HxH.

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  13. Cara até a porra do traço é que nem fairy tail, que merda viu, se o autor fizer poder da amizade que nem o de fairy tail, eu dropo na hora. Sério, eu me senti igual a você, lendo um naruto misturado com fairy tail.

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